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O Município de Gênova na Internet

O documento que se segue é a moção, redigida e subscrita no mês de janeiro de 1996 por Roberto Quaglia, na sua função de Vereador de Gênova, para comprometer o Prefeito e a junta a executar iniciativas específicas para o uso da Internet por parte do Município de Gênova. Segue a sua intervenção no plenário, na discussão realizada em 22 de julho de 1996, bem como, em ordem cronológica, todas as intervenções dos outros vereadores e secretários. Conclui a página uma lista das Ordens do Dia, apresentadas e discutidas na mesma ocasião.


Introdução
de Roberto Quaglia

Coloquei esta página na Internet por iniciativa minha, como fiz também para outras discussões ocorridas no Conselho Municipal de Gênova, para fornecer um concreto exemplo da transparência possível que todo organismo administrativo público deveria garantir, dado que hoje a Internet fornece o meio. Com esta minha própria moção, discutida em 22 de julho de 1996, peço entre outras coisas de fato que o Município de Gênova, no espírito da mais completa e devida transparência, se comprometa para o futuro a colocar na WWW a transcrição de todas as sessões do conselho. Em 21 de janeiro de 1997 foram finalmente apresentadas as primeiras páginas Web do Município de Gênova, e trata-se de um trabalho montado com grande seriedade. Todavia, uma parte que compreenda a transcrição das sessões do conselho está ainda totalmente ausente e a secretária competente Anna Cassol, durante a apresentação das páginas, diante de uma minha precisa solicitação a respeito, afirmou não se lembrar de que disso jamais se tivesse discutido no Conselho Municipal. Aqui providenciamos refrescar-lhe a memória, repropondo um trecho da Ordem do Dia pertinente. Se não bastasse, aqui está o que eu disse a respeito na discussão de 22 de julho, aqui o que declarou Basso, e por fim aqui exumamos inclusive as palavras que o próprio Secretário Cassol pronunciou a respeito naquela ocasião, também elas hoje exiladas da sua memória. A Internet pode hoje considerar-se um dos melhores remédios para curar aquela «doença profissional» dos políticos e dos administradores públicos que se chama «amnésia», ou melhor, «amnésia seletiva».
Uma minha sucessiva moção sobre o mesmo tema, discutida no Conselho em fevereiro de 97, ainda não desbloqueou a situação. AQUI vocês podem ir ver por quê.
Agora portanto aguardamos confiantes que este necessário passo rumo à verdadeira e completa transparência dos atos administrativos se cumpra, e que o quanto antes o Município de Gênova se ponha em condições de fornecer de modo sistemático aos cidadãos aquele serviço de transparência sobre as atividades do conselho municipal que até agora, com esta página (e outras semelhantes), a título de exemplo, só eu providenciei fazer.

Roberto Quaglia


Eis um sumário dos documentos contidos nesta página:





Ill.mo Sindaco
do Município de Gênova

MOÇÃO

O Conselho Municipal de Gênova

CONSIDERADO QUE

  • a «rede das redes» Internet está agora difundidíssima em todo o mundo, conectando já, mediante computadores, uma quantidade de indivíduos na ordem dos quarenta milhões, e que tal notável difusão procede com crescimento exponencial
  • todos os mais autorizados futurólogos, bem como qualquer um que tenha um adequado conhecimento do fenômeno Internet, são concordes acerca do fato de que num próximo futuro a Internet será uma entidade imprescindível no campo das telecomunicações humanas
  • sendo a Internet, idealmente, uma representação virtual do mundo real, bem como estando a Internet destinada a assumir cada vez mais tal papel, é importante, e o será cada vez mais no futuro, para toda entidade pessoal, jurídica, institucional e ideal existente na realidade, estar presente na Internet do modo mais eficazmente representacional possível
  • é hoje tecnicamente simples e pouco oneroso criar um próprio espaço na Internet
  • muitos municípios italianos já prepararam redes cívicas, acessíveis mediante a Internet
  • uma adequada presença na Internet, hoje, em particular na World Wide Web, permitiria a Gênova tornar instantaneamente acessível a qualquer um no mundo que use um computador uma eficaz apresentação da cidade, compreendendo ensaios escritos de todo gênero (históricos, econômicos, sociais, turísticos, etc.), fotografias à vontade, bem como filmes e trechos musicais (por exemplo música folclórica), e inclusive um questionário, on-line, mediante o qual seria oferecida a qualquer um no mundo a possibilidade de reservar sem esforço algum as próprias férias em Gênova.
  • a quantidade de informações que se podem tornar disponíveis na Internet é diretamente proporcional à capacidade de disco rígido do computador (o «servidor») que fornece a ligação à Internet, e que tal capacidade é já tal que num único disco rígido se podem arquivar documentos na quantidade igual à de milhares e milhares de volumes em papel
  • as atas das sessões do Conselho Municipal são em regra transcritas e armazenadas em computador sob forma de «files», de modo que seria muito simples, para não dizer elementar, acrescentando a tais «files» os poucos códigos HTML necessários, tornar tais atas consultáveis na Internet a qualquer um em Gênova ou no mundo que interessasse consultá-las
  • a colocação on-line na Internet das atas das sessões do Conselho Municipal de Gênova bem como de todas as deliberações, seria uma operação tecnicamente elementar, uma vez que o Município se tivesse dotado do indispensável sítio de conexão permanente à Internet, e que tal iniciativa se colocaria na vanguarda, na Itália e em grande parte do mundo, no que se refere aos valores da «transparência» sobre os atos administrativos e sobre as posições e atividades das partes políticas
  • seria construtivo, para a cidade, para a junta, para os secretários, se todas as forças que concorrem para administrar Gênova fossem contatáveis, além de pelas farragentas vias tradicionais, de modo direto através de correio eletrônico, de modo que opiniões, informações, sinalizações e eventuais respostas possam fluir, nos dois sentidos, entre o cidadão e o seu administrador, de modo veloz, civil e não mediado por entraves burocráticos
  • resultaria particularmente civil que o Município tornasse disponível aos próprios cidadãos, gratuitamente ou a preço de custo efetivo (ou seja, bem pouco!), a possibilidade de dispor de um endereço de correio eletrônico, e que ainda mais civil seria se o Município tornasse disponível aos próprios cidadãos, gratuitamente ou a preço de custo efetivo, a possibilidade de navegar na Internet, favorecendo desse modo aquele intercâmbio de informações entre Gênova e o resto do mundo de que hoje mais do que ontem se sente nesta cidade a imprescindível exigência
  • a título de exemplo, a presente moção é consultável na Internet, a qualquer momento e de qualquer computador do mundo, no endereço:

COMPROMETE O PREFEITO E A JUNTA A

  1. desenvolver e tornar operativo em breve prazo um moderno projeto de rede cívica, acessível via Internet com a World Wide Web
  2. tornar tal projeto compreensivo das seguintes características e funções:
    • a) garantir a todo cidadão que o solicite a possibilidade de um acesso gratuito, via modem, aos serviços específicos da rede cívica, bem como uma caixa postal eletrônica individual gratuita, ou quase gratuita.
    • b) garantir a todo cidadão que o solicite a possibilidade de acesso, através da rede cívica, à navegação na Internet e na World Wide Web, de modo gratuito ou ao preço de custo
    • c) tornar disponíveis na Internet, e em particular na World Wide Web, as transcrições integrais de todas as sessões (a partir de um dado momento) do Conselho Municipal, incluídos os atos e as deliberações, ordenados e catalogados, com a técnica da hipertextualidade, segundo uma variada e exaustiva gama de critérios de índices e de chaves de busca
    • d) desenvolver e tornar disponível na Internet um vasto arquivo dinâmico que represente Gênova, o qual compreenda uma ampla gama e quantidade de textos de todo assunto com pertinência a Gênova (ex.: histórico, turístico, científico, esportivo, etc.), acompanhados de imagens, fotografias, trechos de música genovesa, animações multimídia, e trabalhar no futuro incessantemente sobre tal arquivo, ou seja, sobre tal «Gênova Virtual», para torná-la continuamente adequada aos níveis qualitativos e de possibilidade que o prosseguimento do desenvolvimento tecnológico tornará pouco a pouco possíveis e necessários
    • e) em colaboração com outros órgãos, escritórios turísticos, forças da cidade e de fora dela, empenhar-se para que se torne possível, a qualquer um de qualquer parte do mundo que acesse o sítio Internet do Município de Gênova, reservar «on line», ou seja, da própria casa e do próprio computador, as próprias férias na nossa cidade

  3. fornecer a todos os grupos do conselho a oportunidade de acessar a Internet, para efetuar pesquisas e para receber mensagens e sinalizações via correio eletrônico por parte da cidadania


moção preparada por Roberto Quaglia

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Intervención de Roberto Quaglia,
para a adequação de Gênova aos imperativos da Aldeia Global e para a adoção de uma política adequada acerca da Internet


Creio que um bom político, e um bom administrador, devam ter uma clara visão de duas importantes categorias: a Comunicação e o Futuro.
Entre os múltiplos problemas que notoriamente afligem Gênova, o da Comunicação destaca-se na sua muda gravidade. Entre os vários tipos de Comunicação defeituosa que podemos constatar em Gênova, aqueles que para a nossa discussão hoje nos interessam mais são os seguintes:

1. A Comunicação entre o Município de Gênova e os próprios cidadãos.
2. A Comunicação entre a cidade de Gênova e o resto do mundo.

Vejamos o ponto 1.

Apesar do recente Balcão do Cidadão, que embora represente um pequeno passo adiante, um nítido abismo separa ainda o Município de Gênova dos cidadãos que Ele administra. Os cidadãos que hoje pretendessem consultar, pelo próprio legítimo e sacrossanto interesse, os atos deliberativos da Junta, os regulamentos municipais, as transcrições do que oficialmente seja discutido e decidido neste Plenário do Conselho, e outro material pertinente ao Município, encontrariam tais empecilhos procedimentais, que seriam dissuadidos de fazê-lo com a desejada frequência. De fato, quantos cidadãos hoje se dão ao trabalho de consultar tais documentos? Bem poucos. E no entanto, a maioria dos cidadãos está justamente interessada em conhecer mais a fundo, frequentemente também em detalhe, as atividades do Município, mas igualmente justamente não está disposta a empregar uma excessiva quantidade de tempo e esforços para obter tais informações. Além disso, um grande número de cidadãos ficaria bem contente de participar, em pequena parte, da vida administrativa da cidade, expondo próprias propostas, sugestões e opiniões, mas também esta atividade é penalizada pela ausência de um instrumento de comunicação eficiente. O cidadão que tenha algo a dizer publicamente, hoje, pode só escrever uma carta a um jornal local, que com grande probabilidade não será publicada.

Vamos ao ponto número 2: A Comunicação entre a cidade de Gênova e o resto do mundo.

Um outro abismo, uma outra pesada ausência de Comunicação separa Gênova do resto do mundo. Os milhões e milhões de turistas que há décadas sulcam todas as estradas italianas, lotando, no verão, milhares de localidades, magicamente iludem a nossa presumida intenção de acolhê-los, desertando a nossa cidade, e a surreal desolação das nossas ruas desertas com todas as lojas fechadas em agosto nos tira toda dúvida acerca do fato se Gênova seja, hoje, uma cidade turística ou não.
E no entanto, há entre nós unanimidade ou quase em relação à escolha de nos darmos, para o futuro, uma forte identidade turística. A cidade tem, e poderá ter mais no futuro, as qualidades estéticas necessárias. Muito já foi feito — o Aquário é um exemplo. Todavia, o mais ainda está por fazer se é verdade, como é verdade, que no mês turístico por excelência — agosto — a nossa cidade se esvazia completamente em vez de se encher além da medida como gostaríamos. Para atrair, de todo o mundo, os turistas pelos quais tanto ansiamos, é necessária uma adequada quantidade e sobretudo qualidade de Comunicação, indispensáveis para informar e atrair os potenciais turistas, Comunicação que hoje evidentemente falta ou que de qualquer modo é inadequada e insuficiente.

Focalizamos pois brevemente dois gêneros de carência de Comunicação, a primeira entre o Município e os seus cidadãos, a segunda entre Gênova e o resto do mundo.
É imaginável alguma nova, não realizada estratégia que nos permita fazer correr mais eficientemente esta ora carente Comunicação, entre o Município e os seus cidadãos, e entre a cidade e o resto do mundo? Não seria desejável que nós pudéssemos fornecer, a qualquer um que o solicitasse, instantaneamente e automaticamente, gratuitamente, comodamente, em domicílio, TODAS as informações que interessassem, a respeito de Gênova, da sua vida administrativa, dos seus serviços disponíveis, das suas belezas escondidas e manifestas?
Pois bem, um tal instrumento hoje existe, mesmo que não o estejamos usando, e todos ouvimos falar dele. Trata-se da Internet.
Atualmente, a Internet conecta algumas dezenas de milhões de computadores em todo o mundo, quantidade que duplica a cada ano ou quase, de modo que parece evidente, a qualquer um que apenas saiba realizar alguma modesta extrapolação, que dentro de alguns anos todos os cidadãos dos países industrializados, de um modo ou de outro, poderão dispor de um acesso à Internet, ou seja, poderão todos habitualmente extrair, da maior e sempre crescente biblioteca jamais produzida pela humanidade, todas as informações que desejarem, exatamente como hoje todos nós recebemos normalmente informações da televisão. Algumas estimativas indicam que no ano 2000, 20% dos italianos estarão conectados à Internet, uma ordem de grandeza já ao virar da esquina entre os cidadãos dos Estados Unidos. O ano 2000 nos aguarda dentro de quatro anos, durante o próximo ciclo administrativo. Este gênero de estimativas, na nossa época de milagres tecnológicos, quando erra, costuma fazê-lo por defeito.
Pois bem, que informações sobre a nossa cidade encontraria hoje na grande rede mundial um dos 40 milhões de usuários Internet, o qual, desejando visitar a Itália, pretendesse antes fazer uma ideia daquilo que as várias cidades têm a oferecer-lhe?
Nada.
Compreenderam bem. Ele, ou ela, a respeito de Gênova, não encontraria nada. Ou, mais precisamente, quase nada.
De fato, à parte um punhado de páginas semivazias realizadas pela Província de Gênova, bem pouco sobre a nossa cidade aparece a qualquer um que na Internet volte o olhar para nós, e trata-se de qualquer modo de iniciativas privadas. Nada, absolutamente nada disso é realizado pelo Município de Gênova, o qual embora disponha de oitenta funcionários na folha de pagamento na seção de informática, que nos custam cinco bilhões anuais em salários. Com isso não se discute a utilidade exercida nas suas funções pelos referidos funcionários. Sublinha-se apenas como seria igualmente desejável verificar a possibilidade de otimizar a sua capacidade e experiência na direção que hoje eu estou indicando.
O Município de Gênova de fato NÃO EXISTE na Internet, numa época na qual qualquer estudantezinho é perfeitamente capaz de realizar páginas que o representem naquele novo e portentoso meio de comunicação chamado Internet.
Somos portanto, entre as cidades italianas, lanterninha, perfeitamente invisíveis àqueles quarenta milhões de cidadãos do mundo já conectados à rede das redes, os quais estatisticamente pertencem às faixas econômicas mais elevadas nos respectivos países, sendo assim ótimos potenciais turistas. Somos perfeitamente e dolosamente invisíveis, enquanto simultaneamente nos entregamos a jaculatórias estéreis acerca da nossa presumida vontade de abertura ao turismo. Na nossa época em arrebatadora transformação, estar ausente da Internet equivale a esconder-se.

Com a Internet estamos de fato diante de uma revolução no campo das comunicações de massa do mesmo impacto que teve o jornalismo no seu nascimento, e a televisão, quando se acendeu pela primeira vez nas nossas salas. Os tolos que não se dessem conta da extraordinariedade deste novo instrumento de comunicação, ficariam fatalmente excluídos dele, e dariam um sinal evidente da sua obtusidade. Enquanto o uso de jornais e televisão, por parte de um Município, para comunicar com os próprios cidadãos e com os potenciais turistas de todo o mundo, é atividade complexa, sujeita a mediações nem sempre oportunas, não isenta de ônus frequentemente insustentáveis (quanto custaria de fato uma boa campanha publicitária, nos jornais de todo o mundo, para tornar estavelmente visível a nossa cidade ao turismo internacional?), o uso da Internet, hoje, une à superação da mediação jornalística a total gratuidade do instrumento, ressalvadas as modestas tarifas para o aluguel das linhas telefônicas.

Nós sabemos que a junta já tem em vista conectar o Município de Gênova à Internet, e faltaria mais que não fosse assim. No específico, porém, sabemos bem pouco, e desejamos saber mais. Lembro a secretária e então vice-prefeita Cassol, há quase um ano, respondendo a uma interpelação do Vereador Azzarelli, ganhar tempo sobre o tema, argumentando que a Internet seria matéria muito complexa. Estamos perfeitamente de acordo que de matéria extremamente complexa se trate. Aliás, no decorrer deste ano passado a matéria tornou-se ainda mais complexa, e a complexidade, no futuro, não está certamente destinada a diminuir, considerada a incrível dinâmica própria do sistema Internet. Justamente por isso, tememos possa ser bem consistente o risco de que a subvalorização das tendências de crescimento do fenômeno Internet conduza a elaborar um projeto destinado a resultar desde já inadequado às mudadas e mutáveis condições. A Internet é o ponto de virada de uma mudança epocal. Deve-se levar em conta desde já o que se apresentará ao virar da esquina. Por uma vez, nesta cidade, seria belo e sobretudo fecundo antecipar o futuro próximo em vez de persegui-lo arquejando com a respiração ofegante como de costume.
Tememos de fato que o Município possa enfrentar a própria participação na Internet como um ato devido, e não, como ao contrário é fundamental que seja, no sentido de uma ampla e inteligente estratégia. Tememos que o Município de Gênova possa dotar-se de um inútil punhado de páginas Web com o único e precípuo objetivo de não querer parecer inferior em relação a todas as outras cidades italianas que nos precederam. Seria um erro gravíssimo. Se o nosso objetivo é não ser inferiores, mais vale mudar de cidade, porque então já somos inferiores. Devemos ao contrário aproveitar a ocasião apresentada por este novo e portentoso instrumento de Comunicação, para enfrentar estrategicamente aquelas graves carências de Comunicação de que se falou, e resolvê-las. Sim, resolvê-las! A Internet é o instrumento ideal para resolver perfeitamente algumas das carências de Comunicação da e na nossa cidade.
Queremos dar alguns exemplos práticos? Queremos agora enumerar algumas das coisas úteis que o Município de Gênova pode e portanto deve fazer mediante a Internet?

Antes de tudo, dado que o pode fazer — é uma questão tecnicamente elementar e desafio qualquer um a sustentar, mentindo, o contrário! — o Município DEVE de agora em diante tornar disponíveis aos cidadãos para a consulta na Internet todas as informações inerentes aos próprios atos administrativos, das deliberações às transcrições das nossas discussões neste plenário. Todo cidadão provido de computador pessoal e modem deve poder ter a faculdade de consultar com comodidade, no próprio monitor, 100% dos atos públicos com os quais esta cidade é administrada. Só assim alcançaremos a devida transparência total.
Depois o Município pode, e portanto deve, tornar disponível aos cidadãos, na Internet, um abrangente e bem articulado boletim telemático, no qual, ordenadamente, estejam disponíveis, com atualização inclusive diária, as informações a respeito de tudo o que de factível haja na cidade — da programação de cinemas e teatros a índices completos dos livros consultáveis junto às bibliotecas cívicas, e assim por diante.
Depois o Município pode, e portanto deve, organizar fóruns de discussão na Web, que tornem possível a agregação virtual dos cidadãos em discussões públicas sobre a vida da cidade e sobre a administração da mesma.
Mas sobretudo o Município pode, e portanto deve, colocar à disposição na Internet uma exaustiva representação daquilo que a nossa cidade é, daquilo que a nossa cidade foi, da nossa história e das nossas belezas passadas e presentes, num grande, ordenado, inteligente afresco que saiba atrair e seduzir muitos dentre aqueles que no mundo inteiro, consultando a Internet, encontrem as páginas de Gênova por tê-las buscado ou por acaso.
Na Internet, já hoje, além dos simples textos podem-se tornar disponíveis imagens, fotografias, sons e breves filmes, ou seja, elaboradas representações multimídia. A nossa tarefa, hoje, se temos um pouco de visão de futuro, é recriar Gênova na Internet. Representar multimidiaticamente a nossa cidade em todos aqueles seus aspectos que a tornam bela e interessante. Cito só um exemplo, para facilitar a compreensão:
o Aquário. Nos anos vindouros, qualquer um no mundo que buscasse na Internet a palavra Aquário, deverá encontrar a nossa joia. Páginas e páginas sobre o nosso Aquário com tantíssimas fotografias, e talvez também o conhecido filme do parto do golfinho. Entre os muitos que verão o nosso Aquário na Internet, vários poderão decidir vir vê-lo pessoalmente.
O exemplo que fiz com o Aquário vale para tudo o que de belo há em Gênova. Se nós montarmos corretamente o nosso trabalho, compreendendo plenamente a importância estratégica de uma correta abordagem ao novo meio de comunicação Internet, e desenvolvermos desde já, na Internet, uma representação digna da nossa cidade, não tardaremos a colher os frutos. Se ao contrário optarmos por refugiar-nos nos habituais balbucios táticos, ou seja, nos contentarmos de enfrentar o tema Internet meramente copiando o que as outras cidades italianas já realizaram a respeito, então eu digo que se trata de esforço e dinheiro desperdiçados, e que seria mais digno e sério não fazer nada de nada. A Internet é um brinquedo para quem não a conhece. E o meio de comunicação do futuro para quem seja capaz de imaginar algo. Proceder neste campo sem uma estratégia, não serve para nada, sobretudo a uma cidade, sobretudo a uma cidade como Gênova. A cada um a escolha, e a responsabilidade, de colocar-se diante da Internet com o sorriso bobo de quem a considere só um brinquedo ou com a atitude construtiva de quem tenha ao contrário compreendido que não existem escusas válidas que permitam prescindir deste novo emergente meio de comunicação.

Com a Internet, abre-se de fato um novo imenso campo de jogo para as humanas vicissitudes, um campo de jogo que se expande exponencialmente, e que num próximo futuro incluirá, nesta nova representação da realidade que já é chamada de Realidade Virtual, significativas partes de todos os outros campos de jogo onde as ações humanas se entrelaçam. E é um campo de jogo tão importante, quanto fulminante é hoje a sua evidente manifestação, aparentemente surgindo do nada. E nós todos jogaremos aquele jogo, queira-se ou não se queira, assim como hoje nós todos dependemos, para as nossas ações e para as nossas escolhas, também em política, daquilo que acontece, por exemplo, nas nossas televisões, ou nos nossos jornais. Não se pode prescindir de um instrumento de comunicação que todos utilizam. Não se poderá nem mesmo no futuro. E já que nós todos jogaremos aquele jogo e no futuro teremos de lidar, queiramos ou não, com a Internet, mais vale jogar bem aquele jogo, desde o início, para evitar lamentar-nos em seguida, como já muitas outras vezes nesta cidade, de estarmos atrasados em relação ao resto do mundo. E então eis que emerge a improrrogável necessidade de apertar os prazos, e finalmente agir, com lucidez, competência e sobretudo visão de futuro e uma clara estratégia, para colocar Gênova na primeira fila entre as cidades que se deram uma fisionomia no ciberespaço — é assim que é chamado aquele espaço virtual onde o mundo representa a si mesmo por meio da mais incrível rede de computadores que jamais houve.
É um grande trabalho, se feito como deve ser feito, fortemente técnico, não obstante também intensamente político, pois a política, como nós todos sabemos, é numa das suas acepções o exercício de uma lúcida vontade marcada pela visão de futuro, originada da escolha entre diversas e não raro antitéticas opções. É um grande trabalho, um grande trabalho técnico e político, de cujo volume é para a maioria hoje visível apenas a ponta do iceberg, e eu espero que ao menos a ponta do iceberg não esteja oculta à visão de todos os presentes. É a consciência de quanto há para fazer, a este respeito, e sobretudo de quanto haverá para fazer, no nosso próximo futuro, para promover a imagem de Gênova aos olhos das dezenas de milhões de pessoas que já hoje estão conectadas à Internet, que nos leva, ao término desta série de raciocínios, a propor, com estas palavras, e com as semelhantes palavras desdobradas na nossa Moção e nas nossas Ordens do Dia, que Gênova não apenas persiga, arrastando-se, todas as outras grandes cidades italianas, mas as preceda na inevitável adequação à modernidade, instituindo a primeira entre elas uma comissão especialmente dedicada aos problemas da Comunicação interna e externa com particular atenção à Internet.

Porque, vejam, não basta dizer e decidir, como algum superficial poderia argumentar: «O Município deve ocupar-se de Internet.» Seria como se bastasse dizer e decidir: «O Município deve ocupar-se do trânsito da cidade». Bela proeza! Se bastasse dizer assim, seria suficiente enunciá-lo oracularmente de uma vez por todas, e que necessidade haveria então do Secretário do Trânsito? Ocupar-se de Internet, ou seja, daquela janela pela qual o mundo no futuro nos verá ou não nos verá, assim como ocupar-se do orçamento, do trânsito e de todas as outras coisas importantes, é uma tarefa de responsabilidade política, além de competência técnica, função para a qual hoje propomos que seja instituída uma específica comissão, na qual todos os grupos políticos que neste conselho representam toda a população genovesa, tenham a faculdade de intervir efetivamente para fornecer aqueles direcionamentos e conteúdos úteis e indispensáveis para a melhor construção possível daquela Gênova Virtual que o quanto antes deve ver a luz na Internet.

Encaminho ao término a minha intervenção, trazendo um pequeno exemplo, que espero valha como bom augúrio:
Esta moção, que apresentei, assim como o texto deste discurso, já estão na Internet, neste mesmo momento, e lá permanecerão por anos e anos e eventualmente também décadas, sempre consultáveis, 24 horas por dia, por qualquer cidadão genovês, italiano e de todo o mundo a quem interessassem. Por que, pergunto eu, na Internet não estão já também todos os outros documentos desta administração? Eles DEVEM estar disponíveis na Internet, dado que PODEM estar, e a prova do fato de que podem é que este meu discurso e esta minha moção na Internet já estão. Aos colegas que intervirão depois de mim anuncio que tudo o que hoje for dito neste plenário sobre este assunto, será por mim o quanto antes fielmente transposto para o mural universal da Internet, portanto à instantânea e gratuita disposição de qualquer um, a qualquer momento, da própria casa mediante o próprio computador, queira realizar uma consulta à Internet para conhecer as vossas exatas palavras de hoje a respeito do tema que estamos debatendo, ou mais simplesmente para tirar notícias acerca do vosso compromisso político e administrativo. À espera de que tal procedimento se torne a norma, por iniciativa do Município em vez de por iniciativa minha, como a lógica impõe que deva ser, convido os colegas que intervirão a fazer sucessivamente em primeira pessoa a experiência de reencontrar na Internet todas as exatas palavras que a partir de agora vão dizer, assumindo a responsabilidade por elas.

Naturalmente estou à disposição de qualquer um que queira aprofundar o assunto.

Obrigado pela atenção.

Roberto Quaglia


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Intervento di Antonio BRUNO (P.D.R.C.)


"Signor Presidente e colleghi, condivido molte delle cose dette dal consigliere Quaglia, condivido meno l'enfasi solamente positiva, rispetto ad uno strumento che, certamente è interessante e che può aiutare a risolvere molti problemi.
In effetti rimane il problema della promozione del ruolo turistico di Genova, che anche tramite questa rete, può essere sviluppato, così come il sottoscritto, dove andare in vacanza, ha cercato un posto a basso costo, tramite Internet, così lo può fare chiunque.
Però devo dire che questo aspetto dovrebbe, si, promuoverlo il Comune, gli enti locali, ma forse i privati dovrebbero contribuire, anch'essi, in qualche modo.
Estremamente interessante, ma comunque punto critico, è quello della pubblicità degli atti consiliari, della comunicazione, della possibilità, per il cittadino, di accedere ad informazioni. E' evidente che non basta memorizzare una serie di parole per poter, poi effettivamente, rendere consultabile tutto questo, nel senso che ci vorrà, secondo me, una grande capacità organizzativa per poter permettere, eventualmente, la consultazione di tutto questo materiale.
E' evidente che, se nel dibattito su un certo tema, i gruppi o i cittadini consulteranno il sito genovese, dovranno essere in grado di discriminare, all'interno di una grande quantità di informazioni, quello che può interessare.
Quello su cui non sono così d'accordo è l'enfasi come questo strumento dipinto, che potrà risolvere tutti i problemi di comunicazione. E' vero che ogni anno si raddoppia il numero di utenti che possono accedere a tutte queste informazioni, è pur vero, però, che in questo grande mercato mondiale, a fronte di una percentuale dell'umanità sempre più ricca, sempre più con possibilità di comunicazione, esiste, anche nella nostra città, fatte le debite proporzioni, una quota sempre crescente di popolazione sempre più messa ai margini.
Allora, non riduciamo il problema della comunicazione tra gli enti, la Giunta, il Consiglio Comunale e la popolazione alla disponibilità di pagine Web, su Internet. Io ritengo che sia una cosa importantissima e che si possa fare anche facilmente, perché non serve più essere un grande programmatore per costruirsi da solo una pagina, basta solo avere un programma come "Word 6.0" e lo traduce lui, una pagina multimediale.
Rimane, però, il problema principale della comunicazione tra le amministrazioni, i consigli e i cittadini, che non possono risolversi a questo, perché comunque sarà una minoranza che potrà permettersi il computer, avere la voglia di usarlo, avere la voglia di collegarsi ad Internet ed, eventualmente, avere la voglia di non limitarsi alle pagine più osè e più pornografiche che sono disponibili, come tutte.
Ci vuole la possibilità di una comunicazione tra cosa succede dentro le amministrazioni e le informazioni disponibili e i cittadini, possibilità di un dialogo che non può restringersi all'aspetto che il collega Quaglia ci ha proposto, aspetto su cui sono d'accordo. Non può restringersi solo a quello, anche se l'Amministrazione sviluppasse tutto quello che ha testé detto il collega Quaglia, rimane un problema di comunicazione tra noi e la città, tra i cittadini e le istanze intermedie e un problema di partecipazione.
Certo, questo strumento, per una certa quota della nostra città, può essere uno strumento importante, anche di partecipazione, perché si possono farei i cosiddetti siti Internet, in cui non c'è solo un aspetto passivo da parte del cittadino, ma anche un aspetto propositivo, come ad esempio la posta elettronica e tante altre questioni.
Noi siamo favorevoli agli ordini del giorno proposti dal collega Quaglia, evidentemente però in un quadro di non esaustività della risoluzione dei problemi di comunicazione tra Giunta e Consiglio; Consiglio e città e forze politiche, che deve avvalersi di questo strumento, ma non può assolutamente pensare di risolverlo in toto con questo".

Antonio Bruno

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Intervento di Claudio BASSO (P.P.I.)


"Signor Presidente e colleghi consiglieri, anche io volevo fare alcune considerazioni sui problemi che la mozione del collega Quaglia ha posto all'attenzione del Consiglio.
Sicuramente con una enfasi diversa, rispetto anche alle magnifiche sorti e progressive di questo strumento.
Certamente oggi in base ad alcuni dati che abbiamo raccolto, Internet è raggiunta da circa 300.000 utenti ufficiali, in Italia, e circa 1 milione di utenti indotti, se pensiamo che, a fronte di ogni accesso, esistono almeno altri tre fruitori, i cosiddetti non ufficiali, del servizio.
Però è indubbiamente vero che tutte le proiezioni ci portano, in un prossimo futuro, ad un allargamento pressoché geometrico della potenzialità di accesso a questi servizi.
Credo che oggi sia importante parlare di questa possibilità, per almeno due motivi fondamentali: innanzi tutto perché bisogna essere assolutamente preparati a questa evoluzione. Secondo motivo: perché è assolutamente necessario essere presenti e quindi essere parte attiva in questo processo evolutivo della rete.
Bisogna essere assolutamente preparati a questa evoluzione, anche perché l'attuale tecnologia non rappresenta certamente un punto di arrivo. L'evoluzione tecnologica, per assicurare al cittadino un servizio che sia all'avanguardia e sempre puntuale, in termini di qualità e quantità, è ancora tutta da scoprire. Tutto il fenomeno delle fibre ottiche si pone in questa direzione.
Certamente questo consentirà di offrire e fornire servizi a costi economicamente più contenuti, sensibilmente più contenuti, rispetto a quanto, oggi, le normali procedure ci inducono a fare, ma occorre essere presenti e quindi avere una parte attiva in questo processo evolutivo, anche perché se consideriamo la rete Internet come un processo di moda, siamo completamente fuori strada. Essa deve essere vista come un servizio che, in particolare nelle realtà locali, serve a dialogare con il cittadino.
Possibilità di allargare a dismisura il bacino di utenza e di accesso alle informazioni, con servizi che sono attivi in maniera pressoché continuativa, consentirà l'accesso di informazioni che normalmente le strutture pubbliche non sono in grado di attivare con i normali processi informativi.
E' proprio questa caratteristica del servizio di informazione a servizio dei cittadini utenti, che dovrebbe connotare in maniera particolare la presenza di una Civica Amministrazione in questo settore.
Questo obiettivo di presenza sulla rete Internet, da parte del Comune di Genova, anche sulla base di esperienze che già sono state avviate, pur con molte difficoltà, in altri comuni, si raggiunge, a mio giudizio, attraverso tre passaggi: la collettività, la gestione delle informazioni e la fornitura di veri e propri servizi all'utenza.
Su questo punto occorre dire che esistono già, sul tessuto cittadino, realtà che sono in grado di fornire un ampio supporto informativo, relativamente alla possibilità di trasmettere informazioni locali sulla rete Internet. Sarebbe molto opportuno, da questo punto di vista, evitare duplicazioni e non frammentare quanto è già immesso sulla rete, cercando, invece, collaborazioni, in termini di fornitura di servizi che, sicuramente, renderebbero meno onerosa la creazione e la gestione di una banca dati sulla città e porterebbero sicuramente ad estendere la base informativa, praticamente a costi economicamente molto contenuti.
La collettività, come già è stato realizzato in pressoché tutti i comuni italiani già presenti sulla rete Internet, deve essere attuata attraverso fornitori di servizi, che sono già presenti e operanti nella nostra città, che sono in grado di garantire una elevata qualità, in termini di continuità e potenza delle connessioni.
Naturalmente ci sono anche tutte le questioni derivanti dalla assistenza e dalla competenza che tali servizi necessitano una volta avviati.
E' opportuno che questa attività venga svolta da apparati già esistenti, che consentano una riduzione del costo di implementazione ed una provata competenza. A ciò deve essere aggiunta la possibilità di predeterminare totalmente i costi di ciò che si sta approntando, evitando, così situazioni di bilancio imprecise o poco chiare, che altre volte, proprio nel campo dell'informatica, ha costretto le Civiche Amministrazioni a continue rincorse per un ulteriore aumento di costi non previsti e non programmati in sede di installazione.
Certamente, poi, la disponibilità di spazi Internet, può portare ad immagazzinare molteplici informazioni che vanno dai verbali dei Consigli Comunali, delle Commissioni, alle delibere, alle ordinanze del Sindaco, agli atti amministrativi, che possono essere ampiamente consultabili in tempo reale, con tutte le procedure che sono già note a molti utenti di questo tipo di servizio.
Ma quello che rende particolarmente efficace questo tipo di servizio, è questa immediatezza nell'attuare una sorta di filo diretto con il cittadino, che può inviare suggerimenti, consigli, richieste all'Amministrazione Comunale; la possibilità di creare moduli mirati, che consentono di raccogliere informazioni già preventivamente catalogabili rapidamente su data base, per ulteriori analisi; consente di avere, in forma diretta, attraverso questionari mirati, quello che è l'indice di gradimento su una eventuale proposta, o quella che è la reale esigenza di un quartiere o di una parte di esso, rispetto ai problemi della Civica Amministrazione.
Questa rete civica cittadina, può essere creata a costi competitivi e controllati, fin da subito, ed è auspicabile che da questo punto di vista, io mi auguro che poi l'Assessore, su questo, possa già fornirci alcune indicazioni, una indagine informativa, su quanto risulta essere già esistente e il coordinamento delle risorse interne alla Civica Amministrazione, ma anche presenti sul territorio genovese, possa consentire di analizzare fino in fondo i costi per l'attivazione di un servizio sperimentale in questo senso, ma anche la sua capacità di evoluzione, la possibilità di fornire servizi, la capacità di essere flessibili nella interconnessione di realtà esistenti coni problemi della Civica Amministrazione.
Vorrei concludere con alcune osservazioni, che meriterebbero sicuramente anche un approfondimento in un altro contesto: in questo dibattito, vengono posti gli accenti sulle caratteristiche positive che ha questo tipo di servizio.
Credo che, come dicevo all'inizio, la necessità che il Consiglio Comunale si ponga questo tipo di problema, per essere preparati a questa evoluzione e per essere presenti e quindi per svolgere un ruolo attivo in questa direzione, non ci possa fare nascondere che con questa evoluzione dirompente si presentano scenari totalmente inediti, che chiamano in causa anche il modo stesso di fare politica, che chiamano in causa i criteri della cosiddetta democrazia rappresentativa, così come l'abbiamo vissuta e approfondita finora. La possibilità di introdurre una sorta di voto telematico, soltanto per conoscere le opinioni, ma in un futuro ormai prossimo, anche per favorire l'accento su una proposta, su una decisione da prendere in un senso, piuttosto che in un altro, ci deve mettere giustamente in condizioni di approfondire anche il ruolo di una Civica Amministrazione, che si ponga di fronte a questa evoluzione telematica con un'iniziativa contro i rischi di una nuova esclusione, contro i rischi di nuove discriminazioni che sono indotte dalla innovazione tecnologica.
In questo senso io vedo importante l'iniziativa di una Civica Amministrazione, ci sono problemi di accesso che, per i rilevanti costi di tipo economico, a molti non sono consentiti, ci sono problemi di educazione a nuovi linguaggi, di educazione a nuove procedure. Qualcuno già parla di senzatetto digitali, o parla di sud digitale, in una realtà mondiale che prevede la divisione, finora, fra un nord ed un sud del mondo, soltanto sugli aspetti quantitativi o qualitativi, per come siamo stati tradizionalmente portati a considerarli.
Questa innovazione tecnologica apre questi scenari completamente diversi. Credo che sia importante che un livello locale di autonomia e di intervento sulla realtà, sulla vita quotidiana dei cittadini, si debba porre, giustamente, questo tipo di problemi e possa essere una occasione per risolverli e proprio per consentire una nuova e maggiore libertà".

Claudio Basso

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Intervento di Franco BAMPI (Polo Nord)


"Signor Presidente e colleghi, circa la mozione presentata su Internet, voglio dire che sono sostanzialmente d'accordo con gli ordini del giorno presentati dal consigliere Quaglia, almeno per quelli che non riguardano l'accesso, il fatto che il Comune debba garantire accessi, perché credo che sia lì, il nodo del problema ed è praticamente il contributo che intendo dare a questa discussione.
L'ho già detto altre volte, quando abbiamo parlato della riorganizzazione informatica del Comune: o il Comune arriva a usare, ad avere come strumento di lavoro Internet, il Comune stesso e quindi ad avere delle basi di dati accessibili e quindi, eventualmente, con piccola manutenzione, semplicemente per, magari, fare una pagina che poi viene messa sul circuito Internet, può, appunto, mettere i dati a propria disposizione sul circuito Internet, oppure l'operazione Internet non funziona.
Io ritengo che sia improponibile una organizzazione Internet parallela a quella del Comune, perché allora il costo di manutenzione di questa operazione potrebbe diventare rilevante. Invece è diverso se il Comune struttura la propria gestione informatica dei propri dati, in modo tale che poi Internet possa accedere e che ci possa accedere, eventualmente, con dei codici d'accesso, o su siti dove non c'è tutto. Mentre gli atti pubblici, che possono essere le delibere di Giunta, di Consiglio Comunale, le determinazioni dirigenziali, possono essere messi su siti dove non si controlla, basta inibire la possibilità di scrittura, ma comunque su siti eventualmente duplicati, dove non c'è controllo, possono esservi dei dati che non devono essere diffusi necessariamente, oppure possono essere diffusi solo con dei particolari codici d'accesso.
Però la logica è e a me pare di avere rilevato questa logica negli ordini del giorno, almeno nei nn. 1, 2 e 3 fatti dal consigliere Quaglia, che è quella di stimolo all'uso o alla creazione di un sistema informatico di lavoro per il Comune, che sia immediatamente adattabile ad un sito Internet e quindi a essere poi distribuito in Internet.
Io credo che o si fa così, o gestire un sito Internet separato, diventa oneroso e alla fine diventa obsoleto, questo sito, come dati, come aggiornamento, ecc.
Se questa è la tendenza, cioè quella di andare a creare dei siti, quindi dei computers, dove i dati pubblici vengono immagazzinati e quindi semplicemente resi visibili da Internet, allora possiamo pensare che questo sia un sito che si aggiorna automaticamente, sennò diventa un sito dove d'accordissimo con quanto diceva il consigliere Quaglia, possiamo trovare notizie storiche e le notizie storiche possono essere multimediali, possono essere da testi, da musiche, da animazioni, da fotografie, che si mandano in diretta, pensiamo a cosa sta facendo adesso "Primonet", quindi effettivamente la bellezza di Internet è la multimedialità. Quindi possiamo fare anche un'operazione di archivio e di accesso a basi d'archivio, ma se vogliamo anche che sia un accesso, per esempio, ai lavori del Comune, sia un accesso in cui il cittadino che usa Internet può andare a vedere cosa si fa nel Comune, come opera, attualmente, il Comune, in questo caso, secondo me, Internet deve essere un modo con cui il Comune lavora, sennò non riusciremo a tenere aggiornato il sito.
A me pare che il consigliere Quaglia abbia proprio colto questo aspetto negli ordini del giorno che ha proposto".

Franco Bampi

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Intervento di Flavio AZZARELLI (P.D.S.)


"Signor Presidente e colleghi, Io volevo porre l'accento su di un aspetto che il consigliere Quaglia non ha sufficientemente esaminato, o per lo meno, badando a forse a questo aspetto internettistico di una visone di Genova su Internet e quindi apertura globale al mondo, forse si è dimenticato che è importante anche un rapporto di Genova con la cittadinanza.
E allora credo che la creazione di una rete civica, che è una cosa che a noi preme particolarmente, forse sia anche un aspetto ulteriore di evoluzione della nostra città e di apertura a questo mondo. Internet sappiamo tutti che cos'è e non perdiamo tempo a rispiegarlo. A me non fa neanche tanta paura essere riportato sulla rete delle reti, in quanto essendo un mezzo di comunicazione democratico è giusto che ci stia tutto e tutti, come d'altronde è e come si può verificare attraverso una collegamento o una navigazione. Il nostro gruppo più volte in questa sede ha perorato la creazione di un sito e la messa in linea del servizio di posta elettronica e richiesta informazioni, cosa che il Comune sembrerebbe ipotizzare per la fine di settembre. Acquisiti questi dati, ci piacerebbe che questo tipo di messa in linea di informazioni non fosse un mero e semplice bollettino comunale, non fosse qualcosa di passivo ma fosse il più possibile interattivo. Noi crediamo che una comunità strutturata che permetta alla maggior parte delle famiglie di stare, convivere, comunicare sulla rete e scambiarsi informazioni ed esperienze sia un grosso traguardo.
Il Comune in questo senso può fare molto: attraverso una promozione "internettiana" di quella che potrebbe essere la visione di uno dei tanti comuni che stanno su Internet si potrebbe iniziare a ragionare su un coinvolgimento globale di associazioni, enti e quanti altri stanno nella nostra città e nella nostra provincia. Comunità che potrebbe tranquillamente risiedere su un qualcosa che potremmo chiamare per comodità "rete civica". Rete civica che potrebbe essere quel perno e quel qualcosa che permetterebbe a chi non è specificamente connesso e non può permettersi di connettersi a Internet di comunicare e scambiare informazioni. Ricordo per brevità che la rete civica è una struttura che non gira su Internet ma che si può chiamare e contattare in ogni momento a un semplice numero di telefono. Il protocollo che viene di solito utilizzato per Internet ha determinati passaggi un po' tecnici, ha determinate caratteristiche software e hardware che richiedono un maggior apporto da parte dell'utente e ha dei costi vivi di accesso che vengono di solito sostenuti dal privato per la mera e semplice connessione.
In questa ottica credo che il Comune potrebbe aprirsi ai cittadini che fondamentalmente non sono interessati: attraverso una campagna di comunicazione e informazione si potrebbe chiaramente dire che il Comune ha un nuovo modo di parlare con i cittadini, una nuova modalità, una nuova metodologia. Coesisterebbero a questo punto due realtà: una quella, come amo definirla io, televisiva, ovvero una modalità televisivo dinamica (Internet, le pagine Web su Internet ed eventuali servizi), una realtà più di comunità, ovvero una rete civica, che permetterebbe a qualsiasi persona, da qualsiasi punto della città, di connettersi con il fornitore di informazioni. Fornitore che ovviamente sarebbe il Comune, ma non solo il Comune, ma quanti hanno interesse a stare su questa rete. Ricordo che il Comune di Torino ha deliberato, con una delibera se non sbaglio di Giunta, la possibilità di offrire spazio sulla propria rete civica a tutte le associazioni e gli enti che ne avessero fatto richiesta. Questo ha permesso di creare una grossa struttura a livello comunale. Il Comune di Torino oggi 15mila cittadini iscritti che parlano, dialogano, comunicano e si scambiano informazioni e opinioni tra loro. Questo ha permesso di creare una grossa struttura che vive e si autoalimenta di quello che è l'apporto di associazioni, enti e privati che forniscono alla struttura rete civica informazioni quotidiane. Il comune quindi ha messo a disposizione uno spazio gratuito all'interno di una struttura civica. Lo stesso comune ha realizzato un progetto ambizioso. Addirittura è riuscito a rimodellare intorno ad uno specifico protocollo, quello che abitualmente è il protocollo utilizzato per Internet, il TCPIP, è riuscito a ridefinire alcuni ambiti del SED e quindi utilizzare un protocollo che è tipico di una rete ad ampio respiro su una struttura comunale, con notevoli facilitazioni nell'implementazione ovviamente di quelle che sono le delibere e atti che necessariamente, con i tempi che si reputeranno più opportuni da parte dell'Amministrazione comunale, dovranno in un certo modo essere messi a disposizione della cittadinanza. Quella che era la linea che si tentava di definire era un giusto mixing tra le istanze presentate dal collega Quaglia, diverse, dovute, e forse a volte altisonanti sotto certi aspetti, ma comunque nelle intenzioni ottime, e quella che è una istanza fondamentale, quella cioè di non ritenere il cittadino forzatamente benestante e non ritenerlo comunque una persona che in qualsiasi momento può acquistarsi un computer, prendersi un modem, pagare un allaccio e andare a navigare. Questo perché fondamentale che questa comunità, se sarà coltivata dall'Amministrazione, abbia tutti i presupposti per essere una comunità il più possibile aperta, democratica ed eterogenea.
A questo proposito noi abbiamo presentato un ordine del giorno, e questo proposito chiederemmo di votare questo ordine del giorno che sommariamente propone i presupposti di una creazione di rete civica a prescindere dai presupposti internettistici."

Flavio Azzarelli

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Intervento di Renato PENCO (L.N.I.P.)


"Signor Presidente, signor Sindaco, assessori e colleghi, è un'ottima idea quella di inserire Genova in un sistema Internet mondiale, perché Genova certamente ha molto da dare e molto da offrire. Il consigliere Quaglia ha fatto un intervento molto tecnico: evidentemente se ne intende molto di questo settore. Ma vogliamo fare conoscere Genova per cosa? Per fare vedere le bellezze, d'accordo. Forse abbiamo un archivio unico al mondo, che persino gli inglesi vengono a consultare. Gli facciamo vedere l'Acquario, bellissimo, seconda o terza struttura mondiale. Poi quando vengono i turisti cosa gli facciamo vedere? Dei gabinetti che sono costati centinaia di milioni chiusi con i lucchetti, un sottopasso che da sette anni non si riesce a finire, gli facciamo vedere le strade che sembrano percorsi da giungla amazzonica, dei marciapiedi che non sono neanche più degni di questo nome, gallerie che non sono più gallerie ma sono dei camini orizzontali, pieni di rumenta. Cito a tal proposito quello sotto via Madre di Dio, cito quello in via Albertazzi che è un ricettacolo di rumenta. Gli faremo vedere tutte le rumente che abbiamo a Genova. Comunque siamo favorevoli a farci vedere per il mondo."

Renato Penco

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Intervento di Carlo SCHENONE (G. Misto)


"Dopo questo intervento così specifico e tecnico che ha anche riscosso l'applauso del pubblico mi sentirò un po' imbarazzato a fare delle valutazioni più precise. Quando, mi sembra a settembre, sono state fatte delle anticipazioni dai giornali riguardo a una prossima rete civica del Comune mi domandavo appunto che cosa sarebbe stato. Non ho capito perché allora veniva presentato come assessore competente l'Assessore Cosma: non so se adesso invece la cosa, come probabilmente mi sembra più corretta, è passata all'assessore che si interessa dell'informatica. Ero interessato per riuscire a capire che tipo di intervento era stato previsto relativamente alla presenza del Comune su Internet. In parte si era già parlato di una presenza da parte delle Istituzioni Scolastiche con l'esperienza della connessione di alcuni istituti genovesi, però quello che veniva presentato era qualcosa di sicuramente più organico, in cui il Comune diventava reale fornitore di servizi sulla rete. Mi interessava perché ritenevo importante che l'impostazione di una presenza del Comune su Internet dovesse essere prevista al momento della riorganizzazione del Comune. Ritengo che l'introduzione e la presenza del Comune su Internet dovrebbe essere l'occasione per arrivare ad un utilizzo interno al Comune di queste tecnologie, quella che ora come ora viene detta Intranet. La possibilità cioè di connettere le varie sottoparti del Comune con queste tecnologie: il che può essere la semplice connessione messa a disposizione dei vari uffici comunali di caselle di posta elettronica tramite le quali anche scambiarsi la documentazione, senza aspettare che i fattorini girino per tutta la città, come qualcosa di più sostanziale come tutto un sistema di distribuzione elettronica dei documenti. Questo è un passo importante, un passo che renderebbe realmente efficace anche una presenza del Comune su Internet, su qualunque meccanismo che permetta di accedere telematicamente al Comune. Faccio un esempio molto semplice. Il poter seguire una pratica anche da un punto di vista elettronico, fare in modo che una pratica migri all'interno dell'organizzazione comunale direttamente su supporto elettronico permette sia all'interno di verificare come si muovono questi documenti, e quindi l'efficacia dell'organizzazione stessa, sia diventa facilmente un meccanismo tramite il quale un qualunque cittadino può sapere qual è lo stato a cui è giunta una pratica di suo interesse.
All'aspetto della trasparenza dovrebbe poi collegarsi, e il Comune da questo punto di vista è l'unico che realmente può farlo come proprio interesse, tutto il discorso della partecipazione. La partecipazione dei cittadini che, ora come ora, cambiano anche socialmente l'interazione politica tra di essi, ha bisogno di nuovi canali. Se un tempo la partecipazione politica dei cittadini era fatta quasi esclusivamente con assemblee fumose, ora come ora queste modalità di partecipazione stanno sempre più perdendo di interesse ed efficacia, mentre ci sono altri aspetti e metodologie che permetterebbero di raggiungere una partecipazione che altrimenti a discapito della democraticità stessa della vita politica andrebbero a perdersi. Da questo punto di vista, se ritengo importante che il Comune arrivi ad una organizzazione interna che preveda una connessione in rete di tutta quanta la sua struttura in modo da poter rendere facile, agevole, e aggiornata anche la trasparenza verso l'esterno, d'altra parte è anche importante che il Comune si doti di strumenti che permettano una partecipazione. Mi rifaccio in questo caso a quello che proponeva Azzarelli. Più che pensare di installare e realizzare le cosiddette piazze telematiche, quindi luoghi di incontro telematico dei cittadini su Internet, cosa che richiede peraltro anche un minino ma significativo impegno anche da parte del cittadino se non altro per avere una connessione Internet a disposizione, anch'io preponderei maggiormente sull'approccio fatto tramite reti civiche o come si dice in gergo BBS, reti civiche organizzate in forma di BBS, quindi con un accesso che richiede esclusivamente un calcolatore che ormai è presente non dico nella maggioranza ma in una buona percentuale delle case italiane, e un modem che richiede una spesa unica di un centinaio di migliaia di lire o poco più. Una rete civica quindi che abbia una maggiore facilità di accesso, dia la disponibilità di incontro, un confronto e anche uno scambio di informazioni, e che possa essere, per la parte che possa essere interessante e utile, connessa ai servizi di Internet. In questa maniera, se dall'altra parte il Comune è strutturato in maniera tale da avere una propria organizzazione cablata, sarebbe possibile mettere a disposizione della rete civica anche informazioni che ugualmente sarebbero accessibili tramite Internet. Però non riterrei, se ritengo utile e importante che l'accesso possa avvenire tramite Internet, che sia l'unica possibilità. Se uno ipotizza una rete civica può integrarla con un accesso a Internet, facendo migrare le informazioni si cercano sulla rete civica anche su Internet; il contrario non è così automatico.
Da questo punto di vista è importante che il Comune arrivi a questi due aspetti: l'organizzazione interna che permetta una trasparenza e la partecipazione tramite delle reti civiche. Come questo si realizzi, sono convinto che debba realizzarsi anche appoggiandosi su quello che esiste già. Oltre tutto in città, contrariamente ad altre città, abbiamo anche più di un fornitore di servizi di questo genere che ha competenze e professionalità, che possono anche ridurre notevolmente i costi rispetto ad una struttura di questo genere organizzata direttamente dal Comune. Da questo punto di vista sono convinto che il Comune debba avere più una funzione di organizzatore dell'accesso, dopo di ché ci si può appoggiare sulle realtà esistenti per la sua concretizzazione. In qualità di organizzatore probabilmente una delle cose che potrebbe fare il Comune è quella di presentare un volto organico della città. Ora come ora su Internet, a mia conoscenza, ci sono sette o otto siti che presentano Genova. Sono siti che presentano la città spesso con informazioni ripetute, come gli orari dei musei ecc.. Nella fattispecie c'è il Comune di Genova con un sito dell'Assessorato alla scuola, un altro sito fatto da Pangea Informagiovani, un'altra sottoparte del Comune, un altro che si chiama Genova Virtuale on Page, con una bacheca dove lasciare messaggi su Genova, dove generalmente nessuno lascia un gran che; un altro ancora dell'Ente del Turismo, e un altro infine dove di sono informazioni di Afrodite dell'Università di Genova, con rimandi a teatri e cose di questo genere. In più si può aggiungere anche Primonet che è un altro esempio di questo genere. Ci sono dunque tanti siti su cui si possono avere informazioni su Genova, ma spesso e volentieri queste informazioni non sono aggiornate. La cosa che potrebbe fare il Comune è fare in modo che, grazie anche ai sistemi che permettono una navigazione multimediale, l'approccio a Genova sia uno ma che sia fatto in maniera che le risorse siano utilizzate per avere un aggiornamento di un sito anche complesso, costituito da più fornitori di informazioni, ma che venga fatto in maniera efficace per la città.
Lo statuto del Comune prevede l'esistenza di un notiziario: lo prevedeva prima ancora che venisse la legga sulla trasparenza ed è una cosa che il Comune deve doverosamente realizzare. Questo potrebbe essere, anche se non potrebbe esaurire l'intenzione che è nello statuto, un notiziario presente su rete civica o Internet. A questo punto esco un attimo dall'argomento specifico, però spezzo una lancia affinché questo notiziario venga realizzato finalmente; c'è bisogno che il Comune esca, che almeno quello che avviene all'interno di quest'aula, ma in generale quello che avviene nel Comune esca e sia maggiormente conosciuto, non solo come comunicazione dell'Amministrazione ma più in generale come comunicazione di tutto il Comune, quindi anche nel caso del Consiglio Comunale. Un tempo c'era stata una proposta di trasmettere i consiglio comunali via televisione; un tempo venivano trasmessi via radio. E' possibile ipotizzare come in alcune altre città un giornale mensile, prodotto direttamente dal comune, anche autofinanziato con pubblicità o cose del genere, in cui le varie realtà, sia quelle dirette dall'Amministrazione, sia anche quelle politiche, quindi anche i vari gruppi, possono uscire e comunicare agli altri. Quindi in ogni caso questo vincolo dello statuto che prevede il notiziario non è stato realizzato a parecchi anni dal momento in cui questo statuto è stato approvato. Colgo quindi l'occasione di questo invito di utilizzare Internet per fare in modo che il Comune esca verso i cittadini per allargare l'invito previsto dentro lo statuto.
Un'ultima cosa riguarda l'accessibilità. Ora come ora la Biblioteca Berio avrà una nuova sede in cui è prevista una notevole disponibilità di nuove tecnologie per poter accedere alle informazioni. In questo caso un altro aspetto attualmente esistente sono gli sportelli Citycard, in cui dei semplici calcolatori vengono utilizzati semplicemente come sportelli. Così pure ci sono altre delle situazioni in cui così pure ci sono vari posti pubblici che hanno a disposizione calcolatori per l'accesso e il reperimento di informazioni fornite dal Comune. Allora, proprio per evitare quella che veniva citata da Basso e in parte da Bruno, l'emarginazione informatica, cioè che chi non può permettersi di avere gli strumenti sufficienti per un accesso venga escluso da tutte queste possibilità che vengono fornite, questi strumenti potrebbero essere utilizzati rendendoli meno specifici per fare in modo che le persone qualunque possano accedere alle informazioni che altri forniti di un pochino più di risorse riescono a procurarsi semplicemente comprandosi gli strumenti."

Carlo Schenone

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Intervento di Anna Maria CASSOL (Assessore all'Informatica)


"Cercherò di essere breve, ma non perché voglia eludere la questione che peraltro è estremamente importante e interessante, ma perché penso che dobbiamo trovare un sistema di informazione continua, reciproca, sull'evoluzione dei lavori rispetto a questo tipo di strumenti, cosicché non ci troviamo ad impegnare il Consiglio Comunale con tempi molto lunghi su un tema di cui peraltro abbiamo già parlato nel settembre dell'anno scorso e che senz'altro non ha dei momenti in cui si danno risposte, indicazioni, e finisce lì. Tutt'altro. Consentitemi la brevità e consentitemi il rimando che peraltro in uno degli ordini del giorno il consigliere Quaglia chiede da qui a tre mesi, possibilmente preventivamente in commissione io ritengo; dopo i tre mesi che il consigliere Quaglia dava, io vi chiedo che sia verso i primi di novembre per consentire il lavoro che adesso vi illustro. Credo che non siano più sfuggibili la riflessione, la preparazione e il lavoro rispetto agli strumenti che ci sono oggi nel mondo. Non si tratta di essere fanalini di coda: si tratta di lavorare nel modo più appropriato con le risorse che ci sono, risorse in termini economici e in termini umani. Non è una Amministrazione, non siamo noi Giunta, non siete voi Consiglio che possiamo certamente con un tocco di bacchetta magica mettere in atto le modalità subito per far funzionare le cose nel modo che siano poi accessibili come informazioni a tutti i cittadini. Voglio dire che quello che dicevano i consiglieri Basso, Schenone, Bampi, Bruno, cioè che impostare il lavoro di flusso di informazioni all'interno dell'ente perché questo abbia anche aspetti e possibilità immediate di accesso dall'esterno non è un lavoro da poco. Certo sarebbe estremamente costoso costituire una doppia organizzazione che produce informazioni, su Internet piuttosto che su rete civica. Da un anno a questa parte c'è un gruppo di quindici persone all'interno del Comune, persone che operano in vari servizi, che stanno lavorando, che si sono preparate, che hanno fatto corsi, che hanno valutato opportunità e modalità per utilizzare al meglio gli strumenti messi a disposizione dalle tecnologie attuali per fare delle proposte che siano veramente fruibili, e che non restino qualche pagina aperta mai più aggiornata, qualche banca dati iniziata e mai più resa vitale.
La questione fondamentale è certamente quella che nei vostri interventi avete posto. Cioè Internet e rete civica; modalità di alimentazione di entrambi questi sistemi di informazione e di comunicazione con i cittadini, in modo tale che non ci sia spreco di energie, sovrapposizioni di banche dati, costruzioni ridondanti. Non ha tanto senso collegarsi ad Internet per avere informazioni che sono tipiche della comunità locale. Ha senso porre su Internet informazioni che il mondo vuole avere su Genova. Si sta lavorando: c'è questo gruppo costituito formalmente con ordinanza del Sindaco che sta lavorando su entrambi questi fronti. Quindi, cosa significa e come partire per la rete civica, quali informazioni, e quali di queste informazioni non ricostruite ma allargate, perché hanno lo stesso protocollo di base di comunicazione, portare su Internet, e viceversa. Noi pensiamo, e di questo vi terrò informati nella commissione che faremo ai primi di ottobre, di essere per quella data pronti ad aprire il rapporto con il mondo tramite alcune pagine su Internet e il rapporto con la città tramite un sistema di rete telematica cittadina, dove certamente ci sia un ruolo del Comune ma ci sia anche quello che diceva il consigliere Azzarelli, ovvero un ruolo importante delle associazioni e altri enti che vogliono mettere in comunità le informazioni utili e scambiarsi le comunicazioni utili.
Il problema che è stato posto, e non è da poco, di chi si esclude e di chi non si esclude, pensiamo di affrontarlo, sapendo che ci sarà un'evoluzione complessiva di questi strumenti, dotando da subito sistematicamente tutti gli sportelli del cittadino dei collegamenti necessari. Di modo ché i cittadini che non abbiano direttamente in casa gli strumenti possano avere non solo le stesse informazioni, ma possano anche essere quelle sedi in cui si fa informazione, si crea educazione, come sottolineava il consigliere Basso. Gli sportelli del cittadino vivificati anche da queste informazioni; un collegamento di rete civica che non sia necessariamente con tutte le stesse informazioni di Internet, e naturalmente il continuare tutti gli sviluppi su Internet che già ci sono, tipo il collegamento e il progetto, a cui faceva riferimento Schenone, relativo alle Istituzioni Scolastiche e ai collegamenti tra scuole. Quello che si diceva il giusto mix è quello su cui si sta lavorando per capire come partire con il piede giusto. Non possiamo, e sono sicura che voi non lo chiedete nemmeno, immaginare un'apertura e una immediata preparazione di informazioni su tutto quello che esiste all'interno del Comune. Sappiamo bene che ad oggi il materiale cartaceo che viaggia è enorme, e quindi bisogna contemporaneamente - cosa che si sta facendo -lavorare per informatizzare le banche dati comunali. L'attenzione, e questo è il compito di questo gruppo di lavoro, è che tutto sia sempre estremamente collegabile. Questi aspetti non sono aspetti facili, e si capisce la complessità organizzativa quale sia: si tratta di partire con dei tasselli che vadano mano a mano a costruire un puzzle più complessivo, senza che poi si scopra di dover buttare via qualcosa perché quel pezzo che si è fatto non è più utile. Su questo si sta lavorando. Io riprometto ai primi di ottobre di fare una presentazione organica dello stato di avanzamento dei lavori, sia per quanto riguarda la questione della rete civica, sia per quanto riguarda la questione della connessione Internet. Il problema grosso della educazione su questi aspetti, educazione da parte di chi lavora all'interno del Comune e da parte dei cittadini è un po' la scommessa che si sta giocando di questi tempi un po' da tutte le parti. E quindi l'altro aspetto importante è utilizzare tutte esperienze positive che si sono fatte in questo senso. In questo momento questo gruppo di lavoro, e io stessa insieme con l'Assessore Cosma abbiamo riscontrato che effettivamente la città di Torino è quella, come citava Azzarelli, che ci sta dando più aiuto e con cui stiamo anche operando per lavorare al meglio su questi aspetti di interconnessione tra un sistema e l'altro.
Per quanto riguarda l'insieme degli ordini del giorno che ha presentato il consigliere Quaglia, mi sentirei di accettarli come raccomandazioni. Su alcuni noi siamo d'accordo in parte. Ce n'è uno dove il consigliere Quaglia dice che si impegna il Sindaco e la Giunta a mettere su Internet, sulle pagine Web, tutte le sedute del Consiglio Comunale compresi gli atti, le delibere, i regolamenti, e ogni genere di regolamento sul quale si possa fare la ricerca con la tecnica dell'ipertestualità ecc.. Noi su questa cosa non possiamo che dire che sarebbe bello. Non posso davvero, lo dico onestamente, garantire i tempi per una cosa di questo genere, così come non credo di poter garantire i tempi sul fatto che tutti i gruppi consiliari possano accedere a Internet in un dato tempo, se non analizzando i costi degli accessi attivi e passivi, che peraltro stiamo verificando. A me risulterebbe veramente spiacevole dire che un ordine del giorno va bene, un altro no, un altro fino a un certo punto. L'insieme è un insieme di utili e importanti indicazioni che sento di poter dire che teniamo in giusta considerazione, comprese le indicazioni sugli accessi. Anche qui si tratta di valutare i costi; io non credo che saremo in grado di garantire l'accesso gratuito a Internet a tutti i cittadini che lo richiedono. Sono tutti aspetti che vanno attentamente valutati in termini di costi, in termini di tempi, in termini di reali possibilità, perché non credo onesto dire di sì e non sapere quando lo facciamo. Per cui sia i suoi ordini del giorno, sia quello del consigliere Azzarelli, li accogliamo volentieri come indicazioni, come importantissime raccomandazioni e suggerimenti, senza dover arrivare a votarli ad uno ad uno. Se andiamo a votarli ad uno ad uno come precisi ordini del giorno, su questo francamente ho un po' di difficoltà perché vorrei che fossero realistici i tempi di realizzazione."

Anna Maria Cassol

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2. intervenção de Roberto Quaglia (L. Pann.)


«Estou disponível para que sejam acolhidos como recomendação desde que, quando por volta de outubro novembro ou quando for, for relatado por parte da Junta sobre o que se tiver feito por aquela época, eu não me considerasse satisfeito, me seja permitido reapresentar à ordem do dia numa quantidade de tempo menor do que a que foi necessária desta vez o mesmo assunto, e então reproporei estes mais todos os outros que considerar oportunos. Apresentei esta moção em 25 de janeiro e foi tratada agora. Eu a reapresentaria, caso os relatórios da Junta não me satisfizessem, porém a esse ponto gostaria de ter a garantia de conseguir levá-la à discussão antes do vencimento do mandato. De resto aceito que sejam aceitos como recomendação depois de ter ouvido um parecer do Secretário-Geral o qual de fato anotava que sobre certos pontos, como o do fornecimento gratuito de acesso aos cidadãos, coisa que de resto continuo a crer oportuna e necessária, seria necessário verificar a viabilidade em termos de custos e a velocidade. Com mais razão só por estes motivos, pelo fato de que compreendo a dificuldade real de tomar decisões tão amplas num tempo breve, aceito que sejam acolhidos como recomendação. Não obstante devo lembrar que justamente pela complexidade do tema, admitida pela Secretária e trazida como exemplo pela mesma, sustento e reitero que com mais razão uma comissão especialmente dedicada à gestão melhor, mais democrática, desta transição rumo a este novo meio de comunicação que é a Internet seria decididamente oportuna.»

Roberto Quaglia

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2. Intervento di Flavio Azzarelli (P.D.S.)


"Mi sembrava che nel nostro ordine del giorno volessimo porre solo un accento sulla realizzazione di uno studio di fattibilità e quindi l'eventualità di stanziamenti di un progetto esecutivo. Mi sembrano fondamentalmente degli atti amministrativi, o perlomeno una procedura e un iter. Se accogliete come raccomandazione un iter, mi sembra una cosa un po' strana. Mi sembrava un modo di dire che la rete civica poteva avere una attuabilità attraverso dei passaggi amministrativi. Comunque, mi rimetto al vostro giudizio."

Flavio Azzarelli


PRESIDENTE GUGLIELMINO (P.D.S.):
"Dò lettura degli ordini del giorno presentati:"

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Ordem do Dia n.1

Considerado que

  • Gênova tem o máximo interesse de melhorar a própria Comunicação para o exterior da cidade, assim como também de tornar mais eficiente e fluida a Comunicação entre o Município e os cidadãos
  • a Internet pode certamente representar um válido instrumento para alcançar tais progressos de Comunicação
  • uma formulação iluminada e estratégica, acerca da Comunicação e Internet, comporta um notável volume de trabalho prolongado no tempo
  • a contribuição que as forças políticas podem dar, na definição dos conteúdos da representação que de Gênova se quer dar no proscênio mundial da Internet, é relevante e não deve ser dispersa, constituindo ela também uma garantia de democracia no que se refere à escolha dos conteúdos

compromete o Prefeito e a Junta

a operar, em matéria de Internet, segundo um lúcido desígnio estratégico, instituindo uma comissão para a Comunicação e Internet, a qual tenha a tarefa de confrontar-se sobre as atividades de Comunicação do Município, bem como sobre a estruturação e sobre os conteúdos da representação de Gênova que se pretende colocar à disposição da Aldeia Global na Internet, em garantia do alcance da máxima qualidade possível e em tutela das legítimas instâncias políticas na matéria.

Proponente: R. Quaglia (L. Pann).

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Ordem do Dia n.2

Considerado que

  • a Internet é o novo meio de comunicação emergente
  • uma tempestiva e eficiente representação de Gênova na Internet, e em particular na World Wide Web, produziria efeitos vantajosos para a cidade, sobretudo no que se refere às ambições turísticas da mesma

compromete o Prefeito e a Junta

a desenvolver e tornar disponível na Internet um vasto arquivo dinâmico que represente Gênova, o qual compreenda uma ampla gama e quantidade de textos de todo assunto com pertinência a Gênova (ex.: histórico, turístico, científico, esportivo, etc.), acompanhados de imagens, fotografias, trechos de música genovesa, animações multimídia, e trabalhar no futuro incessantemente sobre tal arquivo, ou seja, sobre tal Gênova Virtual, para torná-la continuamente adequada aos níveis qualitativos e de possibilidade que o prosseguimento do desenvolvimento tecnológico tornará pouco a pouco possíveis e necessários

Proponente: R. Quaglia (L. Pann).

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Ordem do Dia n.3

Considerado que

  • as atas das sessões do Conselho Municipal são em regra transcritas e armazenadas em computador sob forma de files, de modo que seria muito simples, para não dizer elementar, acrescentando a tais files os poucos códigos HTML necessários, tornar tais atas consultáveis na Internet a qualquer um em Gênova ou no mundo que interessasse consultá-las
  • a colocação on-line na Internet das atas das sessões do Conselho Municipal de Gênova bem como de todas as deliberações, seria uma operação tecnicamente elementar, uma vez que o Município se tivesse dotado do indispensável sítio de conexão permanente à Internet, e que tal iniciativa se colocaria na vanguarda, na Itália e em grande parte do mundo, no que se refere aos valores da transparência sobre os atos administrativos e sobre as posições e atividades das partes políticas

compromete o Prefeito e a Junta

a tornar disponíveis na Internet, e em particular na World Wide Web, as transcrições integrais de todas as sessões (a partir de um dado momento) do Conselho Municipal, incluídos os atos, as deliberações, os regulamentos e todo gênero de documento útil, ordenados e catalogados, com a técnica da hipertextualidade, segundo uma variada e exaustiva gama de critérios de índices e de chaves de busca

Proponente: R. Quaglia (L. Pann).

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Ordem do Dia n.4

Considerado que

  • a importância do correio eletrônico, enquanto instrumento de comunicação entre as pessoas, está em contínuo aumento
  • em relação ao correio tradicional, o correio eletrônico distingue-se pelos menores ônus que ele comporta, não sendo necessário o transporte físico das cartas, e por uma total ecologicidade, não se fazendo com ele nenhum uso de papel
  • outras cidades e instituições já fornecem gratuitamente a cidadãos endereços de correio eletrônico
  • é vantajoso para Gênova que a maior quantidade possível de cidadãos seja provida de um endereço de correio eletrônico, antes de tudo para facilitar as suas comunicações, e em segundo lugar também para poder enviar-lhes com maior rapidez, economia e eficiência eventuais comunicações por parte da administração

compromete o Prefeito e a Junta

a garantir a todo cidadão que o solicite a possibilidade de um acesso gratuito, via modem, aos serviços específicos da rede cívica, bem como uma caixa postal eletrônica individual gratuita, com eventuais ônus mínimos relativos ao tráfego efetuado

Proponente: R. Quaglia (L. Pann).

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Ordem do Dia n.5

Considerado que

  • é imprescindível e cada vez mais o será no futuro a utilidade da Internet para qualquer um que busque informações de todo gênero
  • a Internet representa o mais excelente instrumento atualmente existente para entrar em comunicação com pessoas de muitas outras cidades e de muitos outros países
  • quanto maior é a quantidade de Comunicação que os cidadãos genoveses, em particular os jovens, conseguem estabelecer com cidadãos de outras localidades, maior é o crescimento espiritual e a vantagem a longo prazo da própria cidade
  • quanto mais forem os genoveses capazes de navegar na Internet, mais Gênova estará representada no chamado ciberespaço, com efeitos positivos a longo prazo de vária natureza

compromete o Prefeito e a Junta

a garantir a todo cidadão que o solicite, a possibilidade de acesso, através da rede cívica, à navegação na Internet e na World Wide Web, de modo gratuito ou ao preço de custo

Proponente: R. Quaglia (L. Pann).

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Ordem do Dia n.6

Considerado que

a organização dos dados na Internet, na ausência de uma correta organização e coordenação, pode facilmente resultar caótica

compromete o Prefeito e a Junta

a agir, em matéria de Internet, em coordenação com os outros Órgãos da Ligúria já ativos no campo, como por exemplo a Província, para evitar redundâncias e confusões na criação da Gênova Virtual.

Proponente: R. Quaglia (L. Pann).

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Ordem do Dia n.7

Considerado que

  • a Internet é o instrumento moderno ideal para a busca de informações de todo gênero
  • para as forças políticas que concorrem para administrar esta cidade é fundamental e cada vez mais o será no futuro poder dispor da maior quantidade e melhor qualidade possível de instrumentos para a busca de informações úteis
  • qualquer cidadão que quisesse entrar em contato com as forças do conselho, para pedir informações ou expor problemas, deveria poder fazê-lo também mediante correio eletrônico

compromete o Prefeito e a Junta

a fornecer a todos os grupos do conselho a oportunidade de acessar a Internet, para efetuar pesquisas e para receber mensagens e sinalizações via correio eletrônico por parte da cidadania

Proponente: R. Quaglia (L. Pann).

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Ordem do Dia n.8

Considerada urgente a necessidade de garantir uma adequada presença de Gênova na Internet

compromete o Prefeito e a Junta

a apresentar ao Conselho, dentro de três meses a contar de hoje, um pormenorizado relatório acerca do que já tiver sido feito na matéria, bem como um pormenorizado projeto sobre o que se tiver estabelecido fazer no futuro

Proponente: R. Quaglia (L. Pann).

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Ordine del giorno n. 9:

  • "Internet è certamente uno dei molteplici aspetti della comunicazione interattiva e multimediale.
  • La rete delle reti risente ancora, malgrado l'ampia diffusione, di notevoli problemi che nel rapporto cittadino Pubblica Amministrazione non devono essere tralasciati; per accedere a Internet il cittadino utente deve essere in possesso di uno o più connessioni e programmi adeguati alle esigenze del protocollo Internet, alla velocità di caricamento delle pagine da visionare, alla gestione quotidiana delle operazioni da svolgere.
  • Bologna sembra essere una delle città italiane che ha realizzato un'ipotesi di fornitura gratuita al cittadino dell'accesso Internet, in realtà le modalità sono diverse e più simili ad una bbs.
  • La rete civica deve essere un passo fondamentale della Civica Amministrazione perché la sua creazione permetterà al cittadino di ottenere una serie di informazioni sia di sentirsi parte di una "comunità" che dialoga, dibatte, comunica.

Si impegna il Sindaco e la Giunta

  • ad eseguire uno studio di fattibilità sulla creazione di una rete civica cittadina modellata intorno all'esperienza di altre città italiane (Torino, Milano, Roma, tanto per citarne alcune);
  • a provvedere alla destinazione delle necessarie risorse nell'ambito del bilancio preventivo 1997 da impiegare nell'attivazione della rete civica genovese;
  • a non ritenere la realizzazione delle pagine Internet sul Comune di Genova l'unica parte di un progetto di visibilità e interazione multimediale con la cittadinanza.

Proponenti: F. Azzarelli, M. Fisci (P.D.S.).


As ordens do dia da n. 1 à n. 9 são acolhidas como recomendação.

 

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Última modificação, 23 de outubro de 2003

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